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Terça-feira, 06 de Outubro 2026

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Homem é preso suspeito de agredir adolescente e mantê-la em cárcere privado por uma semana no Brejo da PB

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Homem é preso suspeito de agredir adolescente e mantê-la em cárcere privado por uma semana no Brejo da PB

Viatura da Polícia Civil, na Paraíba Polícia Civil/Divulgação Um homem de 19 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso após ser investigado por agredir uma adolescente de 14 anos e mantê-la em cárcere privado por cerca de sete dias em Alagoa Nova, no Brejo da Paraíba. A prisão foi cumprida pela Polícia Civil na quarta-feira (23), após ser autorizada pela Justiça. A informação da prisão foi divulgada nesta quinta-feira (24). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com as investigações, o caso começou após a mãe da adolescente registrar um boletim de ocorrência na delegacia. Depoimentos de outras pessoas também foram colhidos durante o inquérito. Segundo a Polícia Civil, as agressões aconteceram no dia 13 de setembro, após uma discussão motivada por ciúmes durante um evento político realizado na cidade de Alagoa Nova. Ainda conforme a investigação, depois do evento, o homem e a adolescente foram até a residência do irmão dela, que estava vazia. No local, o suspeito teria dado socos e chutes na adolescente, causando lesões que foram posteriormente constatadas em exame de corpo de delito. Agora no g1 Na sequência, segundo a polícia, ele teria levado a vítima para uma pousada da cidade. A adolescente teria sido mantida trancada em um quarto e ficado sem acesso ao celular. A investigação aponta que a restrição de liberdade teria durado aproximadamente sete dias. Durante esse período, conforme o inquérito, o homem fornecia apenas café da manhã e almoço à adolescente, sem oferecer alimentação no período da noite. Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão preventiva do investigado. O pedido foi deferido e o mandado cumprido na quarta-feira (23). O homem passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (24). Após a audiência, foi determinado que ele fosse encaminhado para a Cadeia Pública de Alagoa Nova, onde permanece à disposição da Justiça. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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Central PB - 24 de Set
MPF entra na Justiça contra UFPB para confirmar identificação racial de cotistas em concurso

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MPF entra na Justiça contra UFPB para confirmar identificação racial de cotistas em concurso

MPF entra na Justiça contra UFPB para confirmar identificação racial de cotistas em concurso Angélica Gouveia/UFPB O Ministério Público Federal (MPF-PB) entrou com uma ação na Justiça Estadual contra a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para que 13 servidores aprovados em um concurso realizado em 2015, no cargo de técnico-administrativo, passem pelo processo chamado de heteroidentificação. Conforme o órgão, as pessoas não tiveram "condição racial confirmada posteriormente por comissão de heteroidentificação", mesmo entrando por meio de cotas pelo certame. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Conforme divulgado pelo MPF, a ação pede que sejam concluídos os procedimentos administrativos individuais relativos aos 13 servidores, com garantia do contraditório e da ampla defesa. Em caso de comprovação de que servidor não preenchia os requisitos para ocupar a vaga reservada para cotistas, o órgão requer a anulação do ato de admissão e o consequente desligamento do cargo. Em nota, a UFPB disse que tomou conhecimento da medida e acompanhará a tramitação do processo judicial, adotando as providências cabíveis por intermédio de seus órgãos competentes. A universidade disse também que a ação vem sendo "acompanhada administrativamente pela Universidade há vários anos e foi submetida, mais recentemente, à análise da Procuradoria Federal junto à UFPB". Leia mais abaixo. O MPF requer também que a UFPB ofereça 13 vagas adicionais para pessoas pretas e pardas em futuros concursos para cargos técnico-administrativos em educação. De acordo com o órgão, essas vagas deverão ser extraordinárias, ou seja, acrescidas às cotas já previstas na legislação, até que sejam alcançados 13 provimentos efetivos. O caso tem origem em um edital de 2015, publicado pela UFPB para o preenchimento de 154 cargos técnico-administrativos em educação. O certame aplicou a reserva de 20% das vagas para candidatos negros. No ano seguinte, o MPF abriu um inquérito civil após representação que apontava a não divulgação de lista específica de cadastro de reserva para cotistas. Segundo o MP, em 2018, após reunião entre MPF, UFPB e movimentos negros, a universidade comprometeu-se a criar uma comissão de heteroidentificação para avaliar os servidores empossados nas vagas reservadas. O MPF também havia recomendado a avaliação dos convocados e a abertura de procedimento de anulação da posse em caso de irregularidades. O órgão informou ainda que dos 75 servidores autodeclarados negros no concurso, 32 já haviam deixado a instituição e 43 foram avaliados. Após recursos e revisões administrativas, 13 permaneceram sem a confirmação da condição racial. O MPF requer também que a UFPB apresente à Justiça um plano de cumprimento detalhando a distribuição das vagas entre os futuros editais, a forma de identificação das vagas compensatórias e a prestação de contas ao MPF e ao Poder Judiciário. Uma audiência de conciliação ou mediação não foi descartada pelo órgão ministerial. Agora no g1 UFPB diz que Procuradoria Federal não viu elementos de fraude Na nota divulgada, a UFPB disse que em manifestação jurídica emitida em 2026, a Procuradoria Federal concluiu, entre outros aspectos, que registrou não terem sido identificados elementos suficientes para caracterizar má-fé ou fraude deliberada nas autodeclarações apresentadas à época do concurso. Baseado nisso, segundo a UFPB, a universidade apresentou manifestação formal ao Ministério Público Federal em maio de 2026, expondo o entendimento institucional então adotado e reafirmando compromisso com a política de ações afirmativas e com o aperfeiçoamento dos mecanismos de heteroidentificação. A universidade disse ainda que "os concursos atualmente promovidos pela instituição observam a legislação e a regulamentação vigentes relativas à reserva de vagas e aos procedimentos de heteroidentificação, mediante atuação de comissão responsável pela verificação complementar da autodeclaração racial". Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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Central PB - 24 de Set

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